segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Registrando conto de fadas


Abri meu email hoje logo cedo e como todos os dias recebi mais um email da Escola da Imagem, escola de fotografia da cidade de belo Horizonte, fiquei surpresa com a notícia de que "O Fotógrafo mineiro Vinícius Matos, diretor da Escola de Imagem, recebeu hoje o título de melhor fotógrafo de casamento do mundo segundo a associação internacional de fotógrafos de casamento ISPWP."

As fotos de casamentos, principalmente as bem produzidas, as notavelmente criativas sempre me interessaram, iluminam a idéia de que o casamento é um momento mágico e que para alguns casais e principalmente as noivas comparam o instante eterno a um conto de fadas.


Vejam as fotos vencedoras de Vinícius Matos, e fica aqui o meu parabéns pela criatividade e talento!

http://www.viniciusmatos.com.br/?p=6305



quinta-feira, 16 de julho de 2009





Coisas de roça.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Uma flor nova no jardim.

Foto: Maria Eduarda

Dizem que o cheiro de camomila que acalma só aparece quando ela passa sorrindo, é tão leve que parece flutuar enquanto dorme, com o olhar vidrado meio de lado ela adoça qualquer coração amargo, deixa o dia mais fresco, os pensamentos mais serenos.

É tão miúda que mão consegue abraçar com as mãos um dos dedos do moço que olha sem entender, de onde vem tanta paz, de que cor é o mundo dela, por que seu suspiro parece silencioso e o choro tão medroso, por que tinha cheiro de chá e nasceu aprendendo a nadar?

Enquanto ninguém sabe o que faz o tempo parar quando ela está por perto, a gente passa o tal do tempo olhando sem saber e rezando pro mundo girar mais devagar.


sábado, 31 de janeiro de 2009

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Dentro da caixa marrom não vivo mais.

Foto: Santo Antônio


Cada dia que passava a caixinha ficava mais apertada, a solução era sair, criar formas, ter a cara do mundo, se é que mundo tem cara, esculpir um coração que bate, mesmo que a cabeça esteja prestes a explodir.
Não me risca e me faça pegar fogo, assim eu morro, assim eu viro pó, pinte meus quadris, desenhe um nariz, me faça virar pássaro, quero asas, quero pena, quero cajado de Santo Antônio, quero ser santa de manto azul, e não abro mão, não quero mais ser jogado pela janela, me conte um segredo, eu guardo, que assim lhe conto como é viver nesse corpo de Olívia, e se me chamam de palito, admito, só se for colorida dos pés a cabeça.
Vida longa ainda devo ter, ainda moro em uma caixa, relaxa, agora tenho céu pintado de azul, tem dia que sou peixe e vivo no mar, tem dia que sou foca e passo o dia a brincar, e quando São Jorge, meu cavalo nem penso antes de montar, deixei de ser palito há muito tempo.


Inspiração: Santiago Calonga - http://www.flickr.com/photos/santiagocalonga/

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Verão Arte Contemporânea, apresenta:




Observar alem das cores um suspiro manso, um abraço forte, o recém nascido, a pose mais comum, o click distraído, o sorriso do amigo, o show mais esperado, o passeio no zoológico, a moça sensual, o namoro escondido, a noiva de vestido, todas as vidas e suas histórias grafadas em um resto de lixo colorido, que no "vai e vem" dos quadris da modelo enfeita a passarela.


Dia 14 de Janeiro - às 21 horas - TEATRO FRANCISCO NUNES - Parque Municipal

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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

“Quer dizer então que eu amava Capitu e Capitu me amava?”






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Quando na sétima série me obrigaram a ler Dom Casmurro de Machado de Assis, aquela história que inicialmente me parecia cansativa e repetitiva fui descobrindo poesia em cada palavra sofrida, em cada suspiro apaixonado daquele tão jovem menino Bentinho, que já perdia suas noites de sono pensando na tão doce e ao mesmo tempo tão traiçoeira Capitu.

Ontem assistindo a micro-série da Rede Globo fiquei muito encantada e impressionada com tanta poesia rústica e ao mesmo tempo contemporânea, a mistura entre o novo e o velho, cores e movimentos que prendem a atenção como um quadro pintado em seus mínimos detalhes.

Comecei a lembrar das últimas micro-séries da emissora que me chamaram atenção, Hoje é dia de Maria , A pedra do Reino - da obra de Ariano Suassuna, ambas com direção de Luiz Fernando Carvalho, e agora com direção dele também mais uma doce mini produção que se um dia transformada em um longa poderia render vários curiosos e bons comentários por aí.

Espero que ainda venham varias outras mini-séries com seus cavalos que galopam sobre rodinhas, com seus personagens curiosos e cheios de mistérios e histórias pra contar.


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